segunda-feira, 31 de março de 2014

Gelateria em Roma

A Gelateria Fatamorgana, em Roma, foi uma surpresa inusitada que encontrei na internet.

Sua fundadora, a italiana Maria Agnese Spagnuolo, foi diagnosticada com a doença celíaca na mesma época em que resolveu abrir a sorveteria:

"Naquela época, não havia muitas sorveterias que produzissem sorvetes sem glúten, que eram geralmente apresentados como alternativas para 'produtos normais'. Eu nunca gostei dessa distinção, então eu tive a idéia de criar um sorvete da forma mais natural possível, que pudesse ser desfrutado e apreciado por todos, sem discriminação: um sorvete para os amantes de sorvete" (tradução livre do texto do site)

O resultado foi um sucesso e, hoje em dia, a Gelateria configura entre as mais atraentes e tradicionais de Roma.

Seus sabores distintos também dão um ar exclusivo ao estabelecimento, que oferece sorvetes de: manjericão-mel-noz, pêra e gorgonzola, semente de papoula, chocolate branco e pinhões, wasabi (raiz forte e chocolate escuro), entre outros. Há, ainda, opções para pessoas com outras intolerâncias alimentares, como: sorvetes vegetarianos, sem lactose, sem açúcar e com baixo teor de gordura.

Ah! E como não poderia deixar de ser, as casquinhas também são glúten-free!



Onde encontrar:
Trieste Salario - Via Lago di Lesina, 9
Prati - Via Giovanni Bettolo, 7
Monti - Via Degli Zingari, 5
Trastevere - Via Roma Libera
Corso - Via Laurina, 10
Re di Roma - Via Aosta, 3


sexta-feira, 28 de março de 2014

Dica de Leitura: "Mil Dias em Veneza"

Há algum tempo atrás, estava passando o olho na estante da casa do meu pai em busca de novas leituras e me deparei com o título "Mil Dias em Veneza". Este nome me despertou uma certa curiosidade e peguei o livro para saber mais sobre o seu conteúdo. O alaranjado da capa, que remete a um belo fim de tarde, e o comentário do jornal USA Today logo abaixo do título, com os dizeres "Uma história de amor irresistível", me aguçaram ainda mais a curiosidade.

Naquele mesmo dia levei o livro comigo para casa, mas não comecei a leitura ali. Com outros títulos ainda por ler, o coloquei no meu porta-livros novo e, somente meses depois, o tirei dali.

A autora, a chef de cozinha americana Marlene de Biasi, conta sua história real de vida após conhecer um "estranho" (como ela mesma diz) em Veneza e resolver seguir seu coração, mudando-se em pouco tempo para esta pequena cidade italiana. Com uma narrativa calma, simpática e simplista, a autora nos faz entrar no mundo veneziano, promovendo uma ode aos seus sons, cheiros e prazeres e estabelecendo uma relação enorme com a culinária local. 

Em 240 páginas, acompanhamos as angústias, dúvidas, alegrias e descobertas da autora em suas andanças pelas ruelas do Lido, buscando habituar-se com sua nova vida junto ao seu novo companheiro italiano.

Ao final da leitura, uma surpresa: um guia de passeios românticos e imperdíveis por Veneza e seus arredores, além de receitas com alta qualidade gastronômica!


terça-feira, 25 de março de 2014

Culinária glúten free pelo mundo!

Hoje o site Buzzfeed fez um post super bacana sobre pratos glúten free espalhados pelo mundo.

Vejam só as dicas:


Na culinária grega: Kebab de Cordeiro
(cordeiro temperado acompanhado de salada grega com pepino, tomate, azeitona preta e queijo feta)

Na culinária vietnamita: Pho
(macarrão de arroz, ervas, broto e carne)

Na culinária indiana: Vindaloo
(arroz branco ou integral, carne e molho de tomate)

Na culinária francesa: salada Nicoise
(tomates, atum, ovos cozidos, azeitonas, anchovas e vinagrete. Às vezes, servido sobre uma cama de alface)

Na culinária venezuelana: Arepas
(pequenas panquecas de farinha de milho pré-cozida que podem ser servidas com recheios e coberturas variadas) 

Na culinária tailandesa: Pad Thai
(macarrão de arroz frito com ovos cozidos e às vezes carnes, repolho e molho de amendoim)

Na culinária mexicana: Tortillas
(as tortillas são feitas geralmente de milho e levam carne ou frango, salada e guacamole - alguns restaurantes acrescentam farinha de trigo para dar liga, então é bom confirmar sempre) 

Na culinária alemã: Sauerkraut Sausage
(repolho em conserva e salsichão temperados com cebola, sal e pimenta)

Na culinária holandesa: Stamppot
(combinação de purê de batatas com um ou vários outros vegetais, às vezes com bacon ou salsicha)



Na culinária russa: Buckwheat Crepe
(crepe de farinha de trigo-sarraceno coberto com frutas secas ou qualquer outro ingrediente)

Na culinária peruana: Sopa de Quinoa
(caldo de quinoa e legumes)

Na culinária italiana: Risoto
(arroz cozido em caldo até uma consistência cremosa - cuidado com a lactose!)

Na culinária coreana: Bibimbap
(arroz coberto com legumes, ovos, carne, óleo de gergelim e sementes, e molho de pimenta)

Na culinária argentina: Chimicurri
(molho à base de coentro, salsa, alho, óleo e chilli, servido geralmente com carne)

Na culinária japonesa: sushi



terça-feira, 18 de março de 2014

Walt Disney World - Ingressos

Dica do dia: viajantes rumo à Disney, não esqueçam de tirar uma foto do código de barras do seu ingresso para os parques.

Por quê?

Porque se você perdê-lo, a administração precisará deste número para emitir uma segunda via!

#ficaadica



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Um giro pelo mundo dos sotaques!

Quando viajamos por aí, esbarramos sempre em diferentes sotaques. Sejam os sotaques do carioca ou do mineiro falando português, ou do texano falando inglês, do canadense falando francês, ou até mesmo do australiano, do alemão e do japonês falando inglês.

Cada região do mundo tem seu jeito especial e peculiar de se expressar em palavras!

A artista Amy Walker consegue ilustrar bem os diferentes vícios de linguagem, fonéticas e sotaques que vemos por aí através de um vídeo divulgado no Youtube.

Dá só uma olhada... Com certeza você, viajante, já se deparou com alguns: